quinta-feira, 8 de março de 2012

O dia D_?

O dia da mulher não é para ter consciência de novos produtos para o embelezamento, mas para ser relembrada a condição política de avanço no meio social. Mulheres foram queimadas no dia de hoje e estão sendo lembradas, portanto, quem comemora esmaltes e tinturas, não sabe o que está por dentrás desta data.
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A condição do Esmalte, Lixas para que te quero ou Tinturas em Militância?  Minha Primeira Chapinha, Dar cor aos Olhos ou Sapatos Voadores? Tubinho Preto em Teto que Zinco Quente? Ou A Cor Púrpura dos teus olhos? Não existe militância sem Errância em si mesma? Ou Minha vida em Cor de Rosa sem Plataformas?  Em que medida uma mulher está em um Transgênero?
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Danil_ Machad_

Tipos

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Tipo de descoberta com coberturas de chocolates em cobertores que são acobertados por quem cobre o amor de desejo? A comunicação em voz metálica digital apenas acentua as possibilidades de ser levada em outro tipo de fio condutor? Se todas as formas de objeções em objetos complementam-se por estar... sendo... ditas... no espaço: vazio. Comunicável ou não, todas as palavras pronunciadas por pessoas que pertencem a esse tipo de Guerra Civilizada, intitulada futebol, sempre urram quando aquela bola entra no saco de alguém. Me diga qual a razão lógica da racionalização dos desejos que deixam de ser instinto? Qual a chance térmica de redução dos conflitos quando nós estamos cercados por azulejos dentro de cozinhas que preparam alimentos que nos fazem o que somos? Qual o tipo de regularidade métrica que você encontra em portas pouco simétricas? Qual o objetivo de formas circunscritas em círculos que circunscrevem poemas em voz, vocalicamente gravadas por esse tipo de programa?
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Danil_ Machad_

Vê_nus

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Não se sentir desejado é como ter fome, instinto não saciado, vaidade rejeitada: invisibilidade do som aos olhos do outro. Espaço comum sem opção. Constante fúria aos gestos negados. Mau agouro de Vênus. Decadência do gesto. Contenção de Atos sem atrito. Pó! Não existiria este blog sem o desejo.

D_ M_
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quinta-feira, 1 de março de 2012

Foucault

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Definitivos

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Michel Foucault, definitivamente, poderia ter inventado mais obras sobre as bestializações da sexualidade humana. Hoje em dia, os conformados assumem a ideia de natureza, que poderia ser descartada como pólen ao vento. Apenas a considero como condição mítica dos afetos, localizada nos estupros identitários que sofrem os sujeitos educados. A natureza é a pior reguladora, pois aplica os limites nas relações como quem acredita na crença, encrenca_de_si.

Abraço a Tod_s!

Danilo Machado

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Noite

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Já procurou o amor da sua vida dentro de um livro? um verso? uma estrofe? um parágrafo? um capítulo? um prefácio? um pósfácio? uma contracapa? um artigo em pdf? um blog? ou no facebook? Já? Perdeu tempo comendo letra, vira a página!
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Danilo Machado

Aspiração Condicional

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Noivas em pó poderiam ser aspiradas por maridos em crise de abstinência? Corações em pedaço comeriam carne crua no vingar da noite? O azul celeste apagaria infernos umbralinos do desejo? Uma Canção Nova assustaria um sacerdote que cumpre o seu papel ao atirar pedras a serem compradas? Um filósofo teria obrigação de pensar mais do que sua estrutura primitiva de origem? Uma mulher compraria lentes de contato para poder achar motivos para tocar o marido? Um crânio, quando observa Outro, atinge uma função enigmatizada do ser ou Não-ser? Quem latim poderia assustar-se com o latido de um cão? Quem se deixa picar, pica neles?
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Danilo Machado

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A produção contínua do afeto em verso ainda não saiu do romantismo.
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Danilo Machado

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

REPARE!


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Depois de todas as obrigações do afeto que se compram máscaras de gás no romanês de Franco, se sabe que quando as coisas estão mais ou menos centradas em si, ninguém reclama dos acordos mediados por quem diz “repare!”, com reparaduras sem rapa_duras formas de ver o mundo. Assim, atingem-se regras claras, nos sentidos espalhados, de quem não se reconhece quando descobre que se despertou no meio de um sonho do Bomfim sem verso. Por que você dialoga comigo apenas sobre noções básicas de conectividade? Por que só cumpre o ritual e vai? Por quê?
Danilo Machado

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Filme Vidas Secas Nacional (1963)

Fabiano: ANDA, CONDENADO DO DIABO!
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Filme Vidas Secas Nacional (1963)

Completo_Parte_Única:

Sinhá-Vitória: A casa é forte.

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Menino mais velho: Como é o inferno?
Sinhá-Vitória: É o lugar pra onde vão os condenado, cheio de fogueira, espeto quente.
Menino mais velho: A senhora já foi lá, já viu?
Sinhá-Vitória: Capeta insolente. Ora já se viu.
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Menino mais velho: Inferno! Espeto quente. Inferno! Lugar ruim. Condenado. Onde é que tem espeto quente: Inferno! Inferno! Inferno!
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sábado, 26 de novembro de 2011