quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Filme Vidas Secas Nacional (1963)

Fabiano: ANDA, CONDENADO DO DIABO!
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Filme Vidas Secas Nacional (1963)

Completo_Parte_Única:

Sinhá-Vitória: A casa é forte.

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Menino mais velho: Como é o inferno?
Sinhá-Vitória: É o lugar pra onde vão os condenado, cheio de fogueira, espeto quente.
Menino mais velho: A senhora já foi lá, já viu?
Sinhá-Vitória: Capeta insolente. Ora já se viu.
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Menino mais velho: Inferno! Espeto quente. Inferno! Lugar ruim. Condenado. Onde é que tem espeto quente: Inferno! Inferno! Inferno!
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sábado, 26 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Cosmigalhado: _________.

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Malhas como tecidos que lutam para sobreviver aos blogs centrados no acordo para estar como lágrimas azul anil fonte d'água rompem fronteiras do simples dito dizendo massas carcomidas pelos desejos com migalhas de afeto que latejam cifras máximas no mar adentro cinéfilo de si: pôr dentro sem margem.
Rasgados pelo lápiz esquecido no ventre da forma aformo, livro em pdf, comum por encaixar  coxas aos milhares perturbados por caminhadas buscando saciar partículas anteriores vídeopoema que faz mais significados na intencionalidade oral e só diz signos estáticos do verbo interpretar causas: sem _______.
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Danilo Machado

Performance

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Partículas

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

A_Creditar

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O bom da vida é que não precisamos a_creditar nela para sempre.

Enrolado em punhados de ossos, vemos por fendas no azul agônico sol cinzento, limite ocular. A_creditar complica as certezas bancárias de simulacros feitos em magias com água do mar. Assim, componho esta oração que veio ao mundo em nós marcados html , condicionados pelo ar artificializado de regras sem as margens de um papel.
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Danilo Machado

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ônus

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Em 2012, a ONU começa uma campanha contra a reprodução, serão 5 anos sem ninguém gerar filhos para tentar acabar com a fome no mundo. Adote e segure esta ideia. A reprodução de si custa caro para o Planeta.
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Sem crença para ser dois no meio do nadar arrepiado pela virtualidade.
Sem crédito para ligar o gás na válvula de escape.
 Sem forma para formalizar a fôrma que formaliza as minhas identidades.
Danilo Machado

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Pode Ser a Gota D’água

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/ Da Mata o Riacho Segue para Ser Lago até a Pedreira. Transborda escapando para Ser Rio virado Mar. Asso_pros caminhos das águas / Pode Ser a Gota D’água/ cantam os sentidos da pele, evanescendo póstumos idílios. A fluidez de afetos transborda em Fogo nas Pedras, formando o Lago. Se Casam com riquezas em pastas compartilhadas. E escapa-se para o infinito da linguagem / Pode Ser a Gota D’água/ pode ser amor sem direção /

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BAUDRILLARD (2ª Edição)

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. (...)                   ! ;\;/; ! (...)
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/ / / A sedução é da ordem do ritual / / /.
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. (...)                  ? ;/;\; ? (...)
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Danilo Machado

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

DIZem

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- Sou\be dele?
- Quase nada. Diz\em que morreu assassinado por palavras.
- É isso, vida de poeta endurecido pelo verso...
- Diz\em que roubava livros, vício do cão. Também diz\em que andou desistindo das pessoas, talvez, para não deistir de si mesmo. Isso tudo... as interpretações alcançadas pelo leitores dizem pouco. Acredito que esse, Diz\em isso ou A\quilo, apenas revitalizam sinais de pouca compreensão. Além disso, Diz\em que não quis ser poeta, mas só sabia dizer o que dizem.
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Danilo Machado

Para Você: Desejo.

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Me obrigo a diz\er: Não! Ao Vértice do Sono. Me acostumo a comun\icar: Sim! Para ainda estar presente nesses diálogos inúteis, pois os desejos saltam, olhar em formas de ver o ideal interno. Me o\brigo a estar aqui para sobreviver isolado: Ainda! Com a calma movida por café, arranho o seu rosto com este tecla\ado, mim faces sígnicas in\significado. Me ponho a ou\vir: Luiza! Mas o principal atrativo está em não ouvir nada externo, agulhas caindo sobre pedras ao som de Jobim. Carmen sem Bizet. Virginia sem Woolf. Ulisses sem Joyce. Yerma sem Lorca. Drummond sem pedra alguma. Me\mal\me quer por perto: Agora! Como lápide em pescoço degolado, arranco o entendimento do verso nessas palavras que nunca serão lidas por quem desejo...
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Danilo Machado

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Máscara_Marcas_do_Lírio_na_Vertical

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Exilado tira do bolso interno a realização do cego ascendente sopro. Exige das convenções letradas um cânone atado ao interior vazio, escrito em lápis de cores marinhas.
Momento da escrita de um romance terno em costas largas, rompe os laços letrados, comum, trechos marcados com água anil. Me comove adentras formas do pincel preenchendo amarras.
Cheiro do seu rosto misturado aos poucos cabelos de natureza agitada, me co-move em falas curtas ao amanhecer. Me caso com os seus desejos e palavras, recordando dos sonhos em madrugadas.
Danilo Machado

LIBRA SEM TETO

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Nas ações do verbo machucar, me proponho romper laços frágeis para que a integridade coma a força dos inúteis. Mandingas comparações de regras paradoxais, razão do instinto humano, compõem sinais gráficos sem amarguras magras.
Formas iluminadas são tragadas em rasgos internos que aquecem a moralização genuína do verso, covarde de si mesmo. Somos algumas amizades ao som de regularidades simétricas, como espelhos rachados, crenças librianas de argumentos sem fundo.
Mas definitivamente ao som do definitivo à definição desse conceito opaco, digo: Não há possibilidade de continuidade de afetos. Ando forçando a barra, calando as contradições, corroendo as mãos. Você nunca se vê, mas insisti em comunicar minhas angústias. Inúteis ações diante do verbo machucar.
DANILO MACHADO

quarta-feira, 27 de julho de 2011

PARA ESTAR MIDIÁTICO EM CULT_WEB_BLOG

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Alívio ferlizilizado por messenger, a culpa trazida pela esfera dos assombros culmina num restar de ossos. Academicamente, componho para estar livre das obrigações em conjuntas formas digitais. Laços da produção regulam as arestas do mal-olhado, sal de nós marinheiros sem barco. Assim, nessa midiática fonte do pensar comum, na boca do povo. Só escrevo para estar em mim por alguns momentos, logo, assumo minha parte da culpa de estado ausente. Enfim, diante das câmeras paro este vídeo digital sem co-produção gráfica, sem ambientação cênica, nem som ou qualidade CultWebBlog. São Inumeráveis Águas de Nuno Júdice.
Danilo Machado

Não Sei!

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Não sei ficar na espera de esperar sem esperança.
Me diga algo!
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Danilo Machado

terça-feira, 26 de julho de 2011

Diá_LOGOS, para Mia Couto.

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- Você tem medo de fazer amor comigo?
- Tenho.
- Por que sou negro?
- Não... não vejo impedimento em nenhuma cor.
- Então... por quê?
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- Medo que saia de mim. Meu medo está em mim, não em você. Preciso me acostumar com sua forma de regressar ao meu corpo. A forma de tocar deixa marcas, um trovão iluminando a pedreira. Sempre disse ser uma tempestade. Agora, estou aqui. Sobrevivi a mim mesmo. Estou pronto para você.
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Danilo Machado 

domingo, 24 de julho de 2011

MAS O QUE HÁ DE SE FAZER?

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Olha, em face dos últimos acontecimentos, a Poética de hoje é o microconto impressionista como ordem de discurso opaco. Quando o vento resolveu subir a pedreira, começaram a rolar um apanhado de pedras jogadas para atrapalhar a trajetória da paixão. Enfim, nem sei se tenho mais o que dizer, mas eu estava totalmente entregue. Xangô mostrava necessidade de domínio, e Iansã não costumava mais guerrear no amor. As contorções em redondilha maior, ordenadas por Exu, olhar de quem acha que entende de afetos. Bem que me disseram para não confiar, esse tipo de ritualística, longe da ação de preconceitos, inventa a vida na impressão de impressos superficiais. Mas o que há de se fazer? (Novelinha sem graça, nem linguagem transpessoal). Não tive escolha, melhor deixar o fogo baixar. Mesmo assim, sei, quando o vento encontra a tempestade, o fogo se encosta por desejo. Mas vale a pena a violência diária? Claro que não, jurei não lutar mais por razões do amor, quero mais afeto que confusão, mais ação que fusão de conflitos. Fiz a escolha. O desejo deve continuar. Continua. O tempo passa. Esse excesso de crenças é como ignorância que me mantenho desperto por razões de instinto. Um dia me livro disso. Literaturas diversas do mito eterno dos encontros com grandes temas passageiros. Espero. Assim. Terminar.
Danilo Machado

segunda-feira, 18 de julho de 2011

EL CID (Prt Scr)

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Direção: Anthony Mann
Com Sophia Loren e Charlton Heston

domingo, 17 de julho de 2011

Explicação

Prezados Leitores,

Sei que a ideia de apelo estético anda rondando as postagens, mas não consigo, diante da paixão, deixar de ver as formas em Design Back, motivadas pelo que sinto. A escrita, aqui, é sempre um desabafo compulsivo que registra o instante enigmatizado por causas últeis para continuar vivo. Pulso pelo desejo de formas arredondadas sem explicação, falta que se converte em espaços virtuais. O próximo passo será de sobreviver ao contidiano migrando de sonho em sonho, cada vez que me vêem aqueles arrepios sem conter as minhas impressões. Enfim, o meu desejo não é a base para desejar, como dizem falsos leitores. Deformance é um diário que me faz soluçar para não me perder, de fato, no Azul Design Back, enquanto durmo, depois dos melhores contatos físicos necessários ao afeto diário.

Danilo Machado

VERSO PARADO EM PARÁGRAFO

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Para compor um verso em linha reta é preciso acusar a ordem de escritura habitual no horizonte. Possivelmente faço acusações que reclamam aos sinais gráficos, pouco eficientes, sem continuidade estética.
As migrações textuais se traduzem como fios paralelos, mas a progressão discursiva é colorida no verso do verso. Suas curvas ideais flexibilizam acordos musicais de impressão vocal grafada.
Robustos assombros ovídicos, cores românicas ausentes nas privações de interpretação vazia, assim como acordes comunicando pelas ruas, poças d’água, mendigos, letreiros, sem dizer muito.
Os telhados são como títulos rimados por falta de chuva. Portas ocupam o espaço para deixar o vento livre de ocas paradas discursivas, sempre oprimidas por modismos livrescos.
Simetria? Sim, sempre medida pela quantidade gráfica, o poema é um rito vertical de prudências visionárias. Apontamentos sígnicos conduzem aos acessos míticos em memória sem fim.
Sinto-me cheio e vazio. É como botar significados vazios dentro de alguém. Um parágrafo compositivo num rio de adornos. Alegres comadres de Windsor escutando atrás da porta.
 DANILO MACHADO 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Per_Fume

Para J. Scarmato.
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CHIC é conceito que indica qual_idade,
aproximando-se de um ideal de refinamento estético,
justamente por envolver diálogos com a 
apresentação visual. 

Os cheiros são ações que anunciam chegadas naturalmente cheias de encantamento.

Organizando a concepção visual do produto
o FRASCO, amostragem dos valores implícitos na fórmula química,
segura a essência e instiga o desejo ao ser visto.
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Danilo Machado

domingo, 10 de julho de 2011

FUGA

Enquanto tentava flutuar, rompimento dos afetos no abuso de poder, milongas da escuridão, em marteladas, jogavam foices ao compor o traço de liberdade que adentra casas, fuga inútil. Representação de sons, martelando os espaços que consigo escapar na luz, medo ocidentalizado, rompem veias que resistem para sobreviver no inferno interior como alívio dos excessos de chuvas escritas. Dedo arrancado por machados, O Piano, dom agourento de malditas escrituras normalmente assumida no traço agressivo da memória de um sonho.
As soluções iluminam os descaminhos incendiados, abuso de tórrida campanha na contracapa de um romance que nunca será publicado pelo agora nunca sempre. Esfero contentamentos nos sinais cósmicos da mente para descobrir, ou apenas viver como mentiras contadas no azul anil de nós marinheiros capturados em destruição do pensar. Agonicamente, em signos mentais, incomodo com a perseguição de passos nas migalhas de afeto amarrados na noção de que podemos encontrar a nós mesmos ao tratar a fuga como um lapso de imagens.
Danilo Machado

terça-feira, 5 de julho de 2011

Paralelismo Editorial

Palavras voam como pássaros no Brilho Eterno de uma Noite sem Lembranças. (Clic Youtube)
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Correm por entre formas singulares de Apertos de Mãos em Normas. (Clic Youtube)
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Comunicam afetos em Rios Vermelhos como San Sebastian. (Clic Youtube)
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Flutuam em folhas de um mar azul para ser a Trilogia das Cores. (Clic Youtube)
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Arriscam subverter a Ordem em Progresso da Nação Corporificada. (Clic Youtube)
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Palavras rabiscam Lembranças de uma Noite no Eterno Brilho: Repetido. (Clic Youtube)

Danilo Machado

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Acordo entre Palavras

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Ô, Coisa!
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Destruição, De Palavras, Filmes.
Filmes, Distribuição, De Palavras.
De Palavras, Filmes, Destruição.
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Diga Alguma Coisa!
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Mirante, Azul
Eterno na Ideia
Mista de Poemas
Escritos em Seda.
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Eterno c Infinito?
Infinito ͻ Eterno?
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Danilo Machado