quinta-feira, 12 de abril de 2012

O/postoS

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Danil_ Machad_

Naturaleza Sangre Sem Identidade

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
AUTOPREFÁCIO
Naturaleza Sangre Sem Identidade
Para Roland Barthes

Queria escrever essa coisa aqui com a força de um pincel de Goya. Mas sei da precariedade de minha escrita. Repito que o único tom possível é minha naturaleza sangre, escorrendo por entre os dedos.
Após o sangramento vou recolhendo partes possivelmente narráveis, construindo enredos sem histórias, armando falácias que cercam meu desejo de continuar. http://www.youtube.com/watch?v=CFJSfjTFNVo
A inventividade no zero grau de escritas me comoveu com esperança. Digito este relato ausente de estilo, não como provocação aos costumes, mas para denunciar a prisão da escrita dos pós-isso-ou-aquilo, que me tirou o chão.
Não quero ser lido daqui cinqüenta anos. Só escrevo porque é a melhor forma de me comunicar. Forma que se suspende, diante do olhar, como um objeto. De qualquer forma, solidão, atado no interior vazio.
Sei que também há vaidade, não nego. http://www.youtube.com/watch?v=3jKpgibvtdA
O grito pode denunciar a loucura dos dementes, mas a escrita como um grito pode chegar ao leitor como disfarce, simulacro de efeito estético agora mais comunicável. http://www.youtube.com/watch?v=Sln6c6iLSDM
Preciso encontrar você, estilo dos infernos que denuncia meu mau humor, hálito do nunca saber o que vejo em mim. http://www.youtube.com/watch?v=Liy4xrCZO0o
Sempre quis ser isso mesmo. Depois do grito, o pincel, a imagem: uma escrita ausente de mim. Agora impossível.

DANIL_  MACHAD_

Nós na Garganta

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Danil_ Machad_

S_M Poder

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Danil_ Machad_

Sartre

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Danil_ Machad_

P___O

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Danil_ Machad_

Picture Gênero

Danil_ Machad_

Status de Facebook

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Porque nós somos de quem estamos. Quem curte é curtido por laços solidários de uma rede em telas de-si? O pior solo é o que não comunica. O pior status é o que não se vinga. Porque quem se comenta, sabe muito bem o que é esquizoanálise. Porque nós somos de onde estamos.
Danil_ Machad_

Buddha Bar

Crítica_Militancia_Mente

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Danil_ Machad_

Há Mar (Para Juliano Beckovski)

Danil_ Machad_

Somos: Para de Rever.

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Danil_ Machad_

POÉTICA DA PERVERSIDADE

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Porque somos de onde estamos,
E de quem estamos.

Papai fez suco de uva, mamãe fez suco de amor.
Por isso sou não amado pelo Universo.
Espero que o Direito venha sem terno
Para ser mais verdadeiro.

Danil_ Machad_

quarta-feira, 11 de abril de 2012

it PAra claRIce liSpector

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Longe das obrigações múltiplas do afeto, aguardo as noções do it. Raiva branca contida quando se diz em hora do urrar fome aos textos sem qualificação extraída de códigos it man. Para copyright-som, a luz de velas do escrever sonambulamente porque desejamos estar presente com it mais. Saxofônicas mentes besteiras que fazem dos nós na garganta um pó de ideias marcadas no it fake http://www.youtube.com/watch?v=RyW7Xb-txhQ Piras na forma implorada por pés desejados em Buddha Bar das razões sem composição do it form. Global Matrix em códigos máximos, sinal breve de significados que permeiam o olhar em Oceano sem it. Nem Paul Newman rasgaria a seda de Elizabeth Taylor por um monte de vermes do it máximo. Só Platão viu cores de convergências inexatas quando tocou Aristóteles em epiderme-fome de estar presente com it http://www.youtube.com/watch?v=V4KQ0-bkozs
Danil_ Machad_

terça-feira, 10 de abril de 2012

Print Scrn: Sem Gênero

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Danil_ Machad_

PIADA HETEROFÓBICA

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Mulheres falam de pêlos; homens falam pelos cuto_velos. Homens gritam e mulheres enfeitiçam. Homens-hétero são burros; mulheres "hétero" sabem que podem ser o que quiserem. Mulheres compram batom para a superfície da boca; homens compram papos superficiais com outros homens. Mulheres amam cavalos, homens são um amor quando cospem no chão. Homem come tudo o que vê; mulher, come a qualidade poética de si. Homem só vê o que deseja; mulher, quando sabe o que deseja, vende a alma pra comprar. Homens leem a contracapa; mulheres leem as orelhas, olhos, boca, voz, mãos, pernas, roupa... Homem sabe tudo dos seus limites; mulheres sabem que não são limitadas. Isso é piada hétero? Ou piada sapata? Tudo bem, a vida ainda veste-se de eixos binários, alguns veem o limite do seu desejo, outros, as esferas obscuras do desejado. Mas quem de vocês experimenta a micropolítica da liberdade de si como autocobaia? Fármaco-poderosamente, as ações do olhar binário apenas camuflam suas forma-trans de tecnossexualidade. Quem assume as suas mutações, vive na terceira margem? O imperativo pornográfico “fóllate a ti mismo” assume uma melhor condição de rastros fármaco-pornográfico? Literatura-tecnogênero-cibernético-erótica?
Danil_ Machad_

segunda-feira, 2 de abril de 2012

IMAGINAÇÃO ARTIFICIAL

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A reafirmação de si no rumo a uma imaginação artificial, a vida pela janela do Facebook. Quem governa as ações no Acordo de Teclas, puramente. O Viés Estético de Escritas Digitais. Diz alguma coisa?
A Geografia dos Sentimentos, ai, que linda descrição da percepção de subjetividade. O Avesso do Verso de Avenidas da Província Latino Americana. Lindo Verso! A Cultura Mal-amada das sociedades pós-industriais digitada como Ideografia Dinâmica dos mal-amados latinos, Lindíssimo!
A portabilidade de significados implícitos em portos para pensar o ciberespaço depende do olhar de quem deseja. “Con este poema, no tomarás el poder, dicen...” Não sou um sujeito natural, sou filho de chocadeira. Mas sou de São Paulo, como vc vê, o "Meu" Bairrismo?

Não dogmatizar ao pó do papel, não vou. A poesia não é da academia. Compre sua farda de capa, contracapa e orelhas, mas prefiro democratizar em software livre, apenas.
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Danil_ Machad_

Aimée Bolaños

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Danilo Machado

quinta-feira, 29 de março de 2012

Ar_te

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Faço Ar_te, apenas. Ou me refaço? Sei lá. Preciso botar o texto_imagem em algum lugar! Já fiz um livro, mas publicar impresso é muito acadêmico. (Isso foi para outro tempo. Sou enraizado nas redes e temas fluidos). Não pretendo ser eterno na escrita. Já se escreveu muito. Uma lágrima no Oceano, somos.
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Danilo Machado

A FUGA

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- Onde?
- Você sabe, em qualquer lugar, sem identidade... É o amor novamente.
- É. O amar faz isso mesmo, no instante em que passamos a fronteira de nós mesmos, querendo chegar ao outro, e sem tocar a recíproca do sentido de íntimo, caímos no vazio de nós. Um dos caminhos é ver qual beleza desejada é mais fugaz, assim, você pode ver o quanto o vazio criado também pode terminar na mesma medida em que foi criado do desejo de amor. Amamos em nós fracos, ataduras em gaze reutilizada.
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O GRITO
‎"Quero você, ocê, cê sabia? O lado simples de nós amarrar o desejo ao querer sempre mais do outro, fio terno do estar presente agônico porque se quer".
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Vê_nus
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Não se sentir desejado é como ter fome, instinto não saciado, vaidade rejeitada: invisibilidade do som aos olhos do outro. Espaço comum sem opção. Constante fúria aos gestos negados. Mau agouro de Vênus. Decadência do gesto. Contenção de Atos sem atrito. Pó! Não existiria este blog sem o desejo. (Flash Back Azul em html)
Concerto Barroco? Pára a luz, a sombra não é nada... A palavra chave é rede. O assunto básico é link. O tema comum é conexão.

Danilo Machado

terça-feira, 20 de março de 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

O dia D_?

O dia da mulher não é para ter consciência de novos produtos para o embelezamento, mas para ser relembrada a condição política de avanço no meio social. Mulheres foram queimadas no dia de hoje e estão sendo lembradas, portanto, quem comemora esmaltes e tinturas, não sabe o que está por dentrás desta data.
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A condição do Esmalte, Lixas para que te quero ou Tinturas em Militância?  Minha Primeira Chapinha, Dar cor aos Olhos ou Sapatos Voadores? Tubinho Preto em Teto que Zinco Quente? Ou A Cor Púrpura dos teus olhos? Não existe militância sem Errância em si mesma? Ou Minha vida em Cor de Rosa sem Plataformas?  Em que medida uma mulher está em um Transgênero?
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Danil_ Machad_

Tipos

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Tipo de descoberta com coberturas de chocolates em cobertores que são acobertados por quem cobre o amor de desejo? A comunicação em voz metálica digital apenas acentua as possibilidades de ser levada em outro tipo de fio condutor? Se todas as formas de objeções em objetos complementam-se por estar... sendo... ditas... no espaço: vazio. Comunicável ou não, todas as palavras pronunciadas por pessoas que pertencem a esse tipo de Guerra Civilizada, intitulada futebol, sempre urram quando aquela bola entra no saco de alguém. Me diga qual a razão lógica da racionalização dos desejos que deixam de ser instinto? Qual a chance térmica de redução dos conflitos quando nós estamos cercados por azulejos dentro de cozinhas que preparam alimentos que nos fazem o que somos? Qual o tipo de regularidade métrica que você encontra em portas pouco simétricas? Qual o objetivo de formas circunscritas em círculos que circunscrevem poemas em voz, vocalicamente gravadas por esse tipo de programa?
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Danil_ Machad_

Vê_nus

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Não se sentir desejado é como ter fome, instinto não saciado, vaidade rejeitada: invisibilidade do som aos olhos do outro. Espaço comum sem opção. Constante fúria aos gestos negados. Mau agouro de Vênus. Decadência do gesto. Contenção de Atos sem atrito. Pó! Não existiria este blog sem o desejo.

D_ M_
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quinta-feira, 1 de março de 2012

Foucault

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Definitivos

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Michel Foucault, definitivamente, poderia ter inventado mais obras sobre as bestializações da sexualidade humana. Hoje em dia, os conformados assumem a ideia de natureza, que poderia ser descartada como pólen ao vento. Apenas a considero como condição mítica dos afetos, localizada nos estupros identitários que sofrem os sujeitos educados. A natureza é a pior reguladora, pois aplica os limites nas relações como quem acredita na crença, encrenca_de_si.

Abraço a Tod_s!

Danilo Machado

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Noite

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Já procurou o amor da sua vida dentro de um livro? um verso? uma estrofe? um parágrafo? um capítulo? um prefácio? um pósfácio? uma contracapa? um artigo em pdf? um blog? ou no facebook? Já? Perdeu tempo comendo letra, vira a página!
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Danilo Machado

Aspiração Condicional

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Noivas em pó poderiam ser aspiradas por maridos em crise de abstinência? Corações em pedaço comeriam carne crua no vingar da noite? O azul celeste apagaria infernos umbralinos do desejo? Uma Canção Nova assustaria um sacerdote que cumpre o seu papel ao atirar pedras a serem compradas? Um filósofo teria obrigação de pensar mais do que sua estrutura primitiva de origem? Uma mulher compraria lentes de contato para poder achar motivos para tocar o marido? Um crânio, quando observa Outro, atinge uma função enigmatizada do ser ou Não-ser? Quem latim poderia assustar-se com o latido de um cão? Quem se deixa picar, pica neles?
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Danilo Machado

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A produção contínua do afeto em verso ainda não saiu do romantismo.
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Danilo Machado

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012