terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

FIO DO POEMA

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No fio de todas as cordas compro caminhos gráficos_desvios em retornos para conter vasilhas segurando o casamento no vazio da boca, múltiplas línguas, míngua sem tuas formas.
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E volto ao fio do poema.
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DANILO MACHADO

domingo, 30 de janeiro de 2011

Pequena história de cama e corte

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Acaricio o seu gosto, ouço o seu respirar por mim.
E corto sua garganta no fio, limite em nós diferença.
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Sabe,

 adoraria mudar de vida
 de personalidade
 de identidade
 de país

 casar com um assassino e morrer de amor. rsrsr
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Pequena história da vida doméstica: só carboidrato

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Fiz massa
E amassei pão
Pra comer você antes de assar.
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Danilo Machado

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

DIZ A REGRA

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Nojo governo lastro do código. Corporificar reduz a chance de prazer. Mínimo olhar ao aceno. Aquelas batidas nas costas, verme familiar dos afagos, palmatória do cumprimento. Acenos e afagos? Os olhos cumprem essa função ritual.

É desejo, diz a regra. Mas as acusações que tenho estão apenas centradas nessa corporificarão. Sempre no limiar do afeto, quando vejo o ardor das emoções cortando palavras. Me nego ao convívio gramatical: redução das comoções em punho.

A norma de adornos me excita, deduzindo o quão difícil serão os acordos gerados pelos toques que afogo esses versos. Atônito, me conformo com a lembrança do teu rosto, nós parados no teclado. Nenhuma palavra, senão, um aceno, diz a regra.
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Danilo Machado

sábado, 22 de janeiro de 2011

Falha

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Há o que somos por dentro, sem fios cibertônicos. Íntimo túnel de falhas orgânicas no verso.
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O desejo, só, se satisfaz.
Danilo Machado

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Desaguar

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Poliana_múltipla,

O que faz s_m amor, senão, desalmar no mar?
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Danilo Machado

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

- Galeria - De Si Mesmo Sem Cor - Detalhe

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In: Sony Ciber Cem Histórias

- Galeria - De Si Mesmo - Detalhe

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In: Sony Ciber Sem História

- Galeria - De Si Mesmo em Fonte - Detalhe

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In: Sony Ciber Cem Histórias

Escultura de Iemanjá (Ode ao Mar) - Galeria -

Escultura de Iemanjá

República do Benin (Ex-Daomé)
Acervo do Museu Afro-Brasileiro – Ufba
Foto: Claudiomar Gonçalves

Máscara Gueledé (Ode África) - Galeria -

Máscara Gueledé
República do Benin (Ex-Daomé)
Acervo do Museu Afro-Brasileiro - Ufba
Foto: Claudiomar Gonçalves

domingo, 5 de dezembro de 2010

CONFISSÃO (Post_Concreto)

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Deixei o Casamento para a Igreja,
Campo de Concentração:
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do afeto.
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Danilo Machado

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Caim no Abel

b].                                 R______ R_____ ®[/b] diz:
Danilinho,
:P
você leu 'caim'?
D______ diz:
nunca caím nessa de ler
sal amargo
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Cine_Cult, Prévê:

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Mulher + Imagens + Perdas + homem + vôo + desejo = Ilusão romantizada de cultura cinematográfica, ironi\ca/mente.
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DANILO MACHADO

domingo, 7 de novembro de 2010

HÍBRIDO para ÚLTIMO poema

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Sei que a lógica dos adornos está em vestir-se de Frankfurt para ir à escola.
Para ser óbvio basta cumprir o ritual de escritura baseado em fatos reais. No Cinemark mais próximo de você.
O morro dos ventos uivantes é romântico porque começa a sofrer antes de ser lido.
A virgem Maria, quando sai do terreiro, incorpora a personagem pra ser pomba rola.
À vezes, uma das representações da virgem Maria, é apenas afro-samba de cultura branca.

- Você sabe o que está acontecendo?
- Baseado em fatos reais.
- Tudo baseado em fatos concretos?
- Concretude distorcida.

Deixe te dizer uma coisa. Daqui a pouco você também: Escrever pra sobreviver. É assim que começa. Sempre estou sendo consumido por substâncias lógico-sígnicas. É preciso ter coragem pra olhar pra dentro. Sempre bom dançar no escuro.

- Enigma? Sempre existirá. De nós atados em nós. Frankfurt adorna vestidos em superfície incomunicáveis.
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DANILO MACHADO

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A PAIXÃO SEGUNDO G. M.

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G - Por que fez isso?

M - Precisava que você se comunicasse com a maior circunferência vivida pela esfera dos meus horrores.

G - E depois disso?

M - Ao lado da minha maior fragilidade, começaria a ver você como um inimigo, eliminando a continuidade, possível institucionalização do afeto. Mataria o tempo em adornos, laços num depósito sem fundo.

G - É o fim?

M - Fim de nós parados, cordas sem diacronias.

Danilo Machado

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Film - Não sei nada. Estamira.

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ESTAmira (clic) estaMIRA (Clic)
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A_Mim

Para qualquer Mito,
Para qualquer Crença,
Danilo Machado

).(

A VIDA PASSA:
Caixa de Pandora.
Para Pan

Mal-estar, pós-muidezas-modernismos no azul do desejo por ti.

Nem orjut, nem witter.
Só blog-terapia, para libertar os males, Mítica pantomima Microsoft-Bloom.

Que ética?
Me peço silêncio. A ética-do-mal-de-mim-mesmo, enfim.

Danilo Machado

sábado, 7 de agosto de 2010

A PARADA

- E aí?
- Na pilha!
- É...
- É?
- De boa?
- Branquíssima.
- Queria provar.
- Vai, sente a parada

Esmagados brancos comprimidos - a faca. Arrepio. Pó dissolvido n’água, leitoso fluido ácido (injetei), queimando tecidos em formação. Nó na parada. Espirais metálicos gritos aquáticos. Cordão de afeto rompido, córregos na carne. Arranquei braços já dilacerados pelo amargo. Levados em íntima doçura, dedos e unhas, sem gritos, sem vida. Citoteque.

Danilo Machado

terça-feira, 27 de julho de 2010

Odalisca Andróide (Fausto Fawcett)

Ao som de Santa María, Gotan Project.
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Dedico à Maria Bethânia.

O último poema (Manuel Bandeira)

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Ao som de Lakme - Flower Duet

domingo, 25 de julho de 2010

O rapaz mais triste do mundo (Caio Fernando Abreu)

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Ao som de Moby - Raining again

O marinheiro (Caio Fernando Abreu)

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Ao som de Billie Holiday - Strange Fruit

Confianzas

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Não fumo quem namora!
Só danço quem bebe!
Pra esquecer do filme,
s_m rota.
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D_ M_

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Lirismo, ainda.



SONY Cyber-Short-Stories: É verdade
Danilo Machado

terça-feira, 13 de julho de 2010

Del Amor (Aimée G. Bolaños)

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Libro de Maat
(Ao Som de Gotan Project, Percusión)

A sua maldição: vai carregar água na peneira...

Para R.G.
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Maldição ou não, pelo menos, tenho preenchido o tempo perdido em espaços de sol e chuva no jardim de artifícios,

Pós-escrita, pós-cultura, resto de escritura como maldição do Ar dos Zéfiros s_m Tejo, n_m Rio Sergipe

Pra Romper o azul da tradição anil, comprando notes s_m b_oks estrelados no mar de rosas com espinhela caída de sal,

Nó de mim amarrotado pela falta de consistência de mim_enfim.
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Danilo Machado

segunda-feira, 12 de julho de 2010

¿Qué es poesía? (Bécquer)

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Ao som de Sine Missione - Lesbia.

domingo, 11 de julho de 2010