sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

- Galeria - De Si Mesmo Sem Cor - Detalhe

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In: Sony Ciber Cem Histórias

- Galeria - De Si Mesmo - Detalhe

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In: Sony Ciber Sem História

- Galeria - De Si Mesmo em Fonte - Detalhe

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In: Sony Ciber Cem Histórias

Escultura de Iemanjá (Ode ao Mar) - Galeria -

Escultura de Iemanjá

República do Benin (Ex-Daomé)
Acervo do Museu Afro-Brasileiro – Ufba
Foto: Claudiomar Gonçalves

Máscara Gueledé (Ode África) - Galeria -

Máscara Gueledé
República do Benin (Ex-Daomé)
Acervo do Museu Afro-Brasileiro - Ufba
Foto: Claudiomar Gonçalves

domingo, 5 de dezembro de 2010

CONFISSÃO (Post_Concreto)

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Deixei o Casamento para a Igreja,
Campo de Concentração:
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do afeto.
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Danilo Machado

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Caim no Abel

b].                                 R______ R_____ ®[/b] diz:
Danilinho,
:P
você leu 'caim'?
D______ diz:
nunca caím nessa de ler
sal amargo
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Cine_Cult, Prévê:

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Mulher + Imagens + Perdas + homem + vôo + desejo = Ilusão romantizada de cultura cinematográfica, ironi\ca/mente.
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DANILO MACHADO

domingo, 7 de novembro de 2010

HÍBRIDO para ÚLTIMO poema

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Sei que a lógica dos adornos está em vestir-se de Frankfurt para ir à escola.
Para ser óbvio basta cumprir o ritual de escritura baseado em fatos reais. No Cinemark mais próximo de você.
O morro dos ventos uivantes é romântico porque começa a sofrer antes de ser lido.
A virgem Maria, quando sai do terreiro, incorpora a personagem pra ser pomba rola.
À vezes, uma das representações da virgem Maria, é apenas afro-samba de cultura branca.

- Você sabe o que está acontecendo?
- Baseado em fatos reais.
- Tudo baseado em fatos concretos?
- Concretude distorcida.

Deixe te dizer uma coisa. Daqui a pouco você também: Escrever pra sobreviver. É assim que começa. Sempre estou sendo consumido por substâncias lógico-sígnicas. É preciso ter coragem pra olhar pra dentro. Sempre bom dançar no escuro.

- Enigma? Sempre existirá. De nós atados em nós. Frankfurt adorna vestidos em superfície incomunicáveis.
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DANILO MACHADO

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A PAIXÃO SEGUNDO G. M.

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G - Por que fez isso?

M - Precisava que você se comunicasse com a maior circunferência vivida pela esfera dos meus horrores.

G - E depois disso?

M - Ao lado da minha maior fragilidade, começaria a ver você como um inimigo, eliminando a continuidade, possível institucionalização do afeto. Mataria o tempo em adornos, laços num depósito sem fundo.

G - É o fim?

M - Fim de nós parados, cordas sem diacronias.

Danilo Machado

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Film - Não sei nada. Estamira.

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ESTAmira (clic) estaMIRA (Clic)
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A_Mim

Para qualquer Mito,
Para qualquer Crença,
Danilo Machado

).(

A VIDA PASSA:
Caixa de Pandora.
Para Pan

Mal-estar, pós-muidezas-modernismos no azul do desejo por ti.

Nem orjut, nem witter.
Só blog-terapia, para libertar os males, Mítica pantomima Microsoft-Bloom.

Que ética?
Me peço silêncio. A ética-do-mal-de-mim-mesmo, enfim.

Danilo Machado

sábado, 7 de agosto de 2010

A PARADA

- E aí?
- Na pilha!
- É...
- É?
- De boa?
- Branquíssima.
- Queria provar.
- Vai, sente a parada

Esmagados brancos comprimidos - a faca. Arrepio. Pó dissolvido n’água, leitoso fluido ácido (injetei), queimando tecidos em formação. Nó na parada. Espirais metálicos gritos aquáticos. Cordão de afeto rompido, córregos na carne. Arranquei braços já dilacerados pelo amargo. Levados em íntima doçura, dedos e unhas, sem gritos, sem vida. Citoteque.

Danilo Machado

terça-feira, 27 de julho de 2010

Odalisca Andróide (Fausto Fawcett)

Ao som de Santa María, Gotan Project.
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Dedico à Maria Bethânia.

O último poema (Manuel Bandeira)

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Ao som de Lakme - Flower Duet

domingo, 25 de julho de 2010

O rapaz mais triste do mundo (Caio Fernando Abreu)

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Ao som de Moby - Raining again

O marinheiro (Caio Fernando Abreu)

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Ao som de Billie Holiday - Strange Fruit

Confianzas

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Não fumo quem namora!
Só danço quem bebe!
Pra esquecer do filme,
s_m rota.
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D_ M_

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Lirismo, ainda.



SONY Cyber-Short-Stories: É verdade
Danilo Machado

terça-feira, 13 de julho de 2010

Del Amor (Aimée G. Bolaños)

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Libro de Maat
(Ao Som de Gotan Project, Percusión)

A sua maldição: vai carregar água na peneira...

Para R.G.
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Maldição ou não, pelo menos, tenho preenchido o tempo perdido em espaços de sol e chuva no jardim de artifícios,

Pós-escrita, pós-cultura, resto de escritura como maldição do Ar dos Zéfiros s_m Tejo, n_m Rio Sergipe

Pra Romper o azul da tradição anil, comprando notes s_m b_oks estrelados no mar de rosas com espinhela caída de sal,

Nó de mim amarrotado pela falta de consistência de mim_enfim.
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Danilo Machado

segunda-feira, 12 de julho de 2010

¿Qué es poesía? (Bécquer)

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Ao som de Sine Missione - Lesbia.

domingo, 11 de julho de 2010

Out of Control


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(A LEER) Clic
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Danilo Machado

(Arte Poética com Melancolia) Nuno Júdice

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C/SEMI_INTERIOR? (Para R.G.)

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Ela cantava quando chorei pela primeira vez.
Girou e cantou a minha maldição. Amor, amor, amor...
Gritou Maria Padilha, invocando o cão.

(O amor vai fazer você girar. Porque giro no ar... eu giro na areia... giro em qualquer lugar. Só não sirvo pra puta de s/emitério, porque gosto é de cabar\é. Tremia, s_m pudor, a falta que invadia.)

Semi_terior de mim.
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Danilo Machado

quinta-feira, 8 de julho de 2010

MONO

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Todos os dias volto pra casa, essa matéria disciplinada
Por fábricas de sinais incrédulos militarizados.

Mudo o disco.

Todas as manhãs procuro copos d’água mortos por sal
De romper o instante de exclusividade corporal.

Mudo o disco.

Todas as tardes compro esquizofrenicamente mais um bloco
Com anotações pré-cozidas no descansar de mim,
Desse disco arranhado.
Diabreto

terça-feira, 6 de julho de 2010

(Casa do Ser)

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Reclusão-estável-necessária para parafernálias do horror de si. Diacronia funcional de massa solúvel no versátil estofado campo mundo.

Férias íntimas, esse é o melhor conceito. Para não cai em pronominais focos didáticos do explicar a mente ficcionalidade em Arrombos.

Rígido em pensamento reto.

Preciso estudar mais, sair desse buraco que me come, sem f_der:
- café: só: livro;
- chá na rua: livro.
Rende, afinal, estudo sem comprimido.

Danilo Machado

quinta-feira, 1 de julho de 2010

POEMA GRUPAL In: Sincronicidade Trágica

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Não sei, só sigo o que consigo: Lir/ismo Con/Creta.

Me debruço no horizonte do teu verso.
Me deito no átrio da tua estrofe.
Tomo nossas vogais orais.
Cheiro nossos encontros consonantais.

Metemos metáforas no caminho da Ode.
Engolimos rimas ao som de homo-na-platéia.

Fora isso, ou qualquer obviedade outra,
Me sinto mais seguro s_m te ver.

 
O escritor fantasma. No Cine Mark mais próximo de você.
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Danilo Machado

terça-feira, 29 de junho de 2010

SIGNOS VOCAIS

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Órbitas in-significantes, desconexas.

Construção ideal de engravatados polidos.
À beira,
Conversa,
Sem tipo,
Nem silêncio incomum.

Diálogos in: discursos do inacabado.
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Danilo Machado

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Te juro:______.

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Não sei se há diferença
Entre palavras convento
Ou palavra alguma.
Deixo entrar o meu rosto
Na sombra dos teus assombros.
Sem morrer por dentro.

Sem singular/idade: ________.
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Danilo Machado

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Tir/o

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Um dia tiro férias da humanidade.
Sem corpo, eu sairia flutuando por aí,
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Até entrar em algum buraco negro__________ ____________ _______ ___________ ______ _____ _____________ ________ __________ ______ _____ _____ ______________ _______ __________ ___________ ________________ ________________ __________,
Deixando de existir.
Danilo Machado

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Mawaca Ode

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- Amor?
- Nem E_u de Encruzilhada acredita!

Pra qualqué Santo:
- Quê qué conto?
- São Cosme e São Damião.
- Nem Santo Antônio?
- Nem vela pra São João?
Pra qualqué Santo!
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Pra qualqué Santo:
- Quê qué conto?
- O Dia&o Merece Vela também.
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D_ M_

Extra

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Publicar?

Ação em púbico papel.
Sonho de laços em pó.
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Danilo Machado